Consegue explicar?




Já sacou né? Imagens bizonhas sem muito sentido. Tem mais aqui.

Denis - Rogério é tão egoísta que não lhe ensinou que tiro de meta se bate olhando para cima e mirando o atacante. Mas você é jovem e isso se aprende rápido. Nosso futuro arqueiro
Renato Silva – sem gabarito para estar na posição onde estava, por onde já jogou Cafu e Beletti. Tenta lá no Santo André
André Dias – exíminio capitão na ausência do Rogério Ceni, mas já que era para ser expulso, que desdentasse o Kleber
Richarlyson – era melhor quando era ativo
Zé Luis (André Lima) – seis por meia dúzia nos levaram aos 2 a 0, mas o André tem personalidade. Falta aprimorar o futebol
Eduardo Costa – dois amarelos no primeiro tempo, ou você é analfabeto ou muito burro mesmo. Volta lá pro Pedrinhas de Ponta-Porã
Jean – um dos jovens que merecem estar em um elenco futuro
Marlos – parece promissor, se a promessa se confirmar, pode trazer alegrias ao clube
Junior Cesar – por mim o Junior jogaria fácil na posição até os 50 anos
Hernanes – quando o Raí caiu de rendimento foi para o Paris Saint German e se tornou um mito. O mesmo com o Kaká. Triste que nosso camisa 10 esteja passando por má fase tão cedo
Borges – você hoje é o cara
Washington – um homem que vibra como ele vibrou ao desclassificar o Tricolor no ano passado não está apto para vestir a camisa do clube. Cai fora!
Dagoberto – Custou mais do que realmente jogou, mas tem vontade e disposição. Mas disso vocês sabem onde está cheio...
Muricy Ramalho – uma pena se a reformulação ter que chegar ao técnico, mas faz parte do mundo do futebol
Jorge Wagner – it´s time to say goodbye
A torcida – não adianta cantar o hino depois que o clube está eliminado se a hora que o time entrou em campo foi recebida por uma multidão fria. Se quer despejar empenho, coloque na hora de motivar para ganhar

Reinaldo Moraes está de volta. O autor de Tanto Faz _ relato de uma temporada ociosa em Paris nos anos 80, e Abacaxi _a continuação do desbunde em Nova York, está de volta com Pornopopéia, a saga de Zeca, um ex-cineasta de um filme só que precisa produzir um vídeo institucional sobre embutidos de frango(!)
“Escrever só o que me pinta na cabeça quando calha da caneta estar na minha mão. Se os fragmentos formarem uma idéia de conjunto, ótimo. Senão, foda-se. Tanto faz.” (trecho de Tanto Faz)
Sem saber ao certo por onde começar, no entanto, o personagem acaba entrando numa espiral de sexo, bebidas e drogas. Esse é o ponto de partida do romance de Reinaldo Moraes, que escreveu um livro de excessos para a era dos excessos.
"Vai, senta o rabo sujo nessa porra de cadeira giratória emperrada e trabalha, trabalha, fiadaputa. Taí o computinha zumbindo na sua frente. Vai, mano, põe na tua cabeça ferrada duma vez por todas: roteiro de vídeo institucional. Não é cinema, não é epopéia, não é arte. É — repita comigo — vídeo institucional. Pra ganhar o pão, babaca. É cine-sabujice empresarial mesmo, e tá acabado. Cê tá careca de fazer essas merdas. Então, faz, e não enche o saco. Porra, tu roda até pornô de quinta pro Silas, aquele escroto do caralho, vai ter agora “bloqueio criativo” por causa dum institucionalzinho de merda? Faça-me o favor." (primeiro parágrafo de Pornopópeia)
Depois de passar pela experiência de escrever um romance infanto-juvenil, Órbita dos Caracóis (Cia. das Letras, 2003), parece que o Reinaldão voltou mais nervoso. Talvez um pouco dessa raiva também se deva a não publicação (por enquanto) do seu projeto pela coletânea Amores Expressos.
Reinaldo foi um dos escritores escolhidos pelo projeto para visitar uma capital mundial e voltar de lá com um romance. A ele coube a Cidade do México. Porém, após a publicação de Cordilheira, do Daniel Galera, e de O Filho da Mãe, do Bernardo Carvalho, parece que o projeto deu uma balançada e foi parar na gaveta, sem dar, inclusive, satisfações aos escritores participantes.
De qualquer forma, para quem quer conhecer a obra de Reinaldo Moraes, eu recomendo ir até o Estante Virtual e começar pelo Tanto Faz. Mesmo porque a Objetiva está pedindo meros R$ 54,90 pelo Pornopopéia (atrasou a hipoteca aí, Reinaldão?), e não é fácil não. Mas por uma obra dessas, a gente faz um esforço.
"A cabeça do pau ficou presenciando os acontecimentos por cima da cueca." (trecho de Abacaxi)
Leia o primeiro capítulo de Pornopopéia, novo livro de Reinaldo Moraes, aqui.
Mês que vem é meu aniversário. Aos interessados, fica a dica ;)
Feito por um aluno da Savannah College of Art and Design. Sensacional!
Se o Photoshop faz isso com uma baranga dessas, imagina o que não faz com uma mulher que já é um avião. Apesar que em sua última Playboy, o "redondo" da Scheila Carvalho foi parar para cima do cóccix. Mais critério aos "photoshopistas".
Isso é coisa de bêbado criativo. Excelente!
Por essa nem o Dunga esperava. Além do Rei do futebol, o ex-jogador de basquete Kareem Abdul-Jabbar e o ex-piloto de Fórmula 1 Mario Andretti encenam a pérola. Saquem só a dublagem para a voz do Pelé! Hilário!
Apesar de ter acontecito no festival Sasquatch! Music Festival, em Washington, durante a apresentação da Santigold, a pegueira é digna de uma rave de psy. Jesuis!
Jarvis Cocker - Further Complications
Ícone excêntrico do britpop, Jarvis Cocker está de volta após se separar de sua esposa, a estilista francesa Camille Bidault Waddington. Para amenizar sua visão de mundo aguçada, o ex-vocalista do Pulp une melodias engraçadinhas _de guitarras e sintetizadores_ a letras irônicas. O resultado é um despejo de melancolia em doses humanamente suportáveis. Ouça Further Complications, Angela, Leftlovers e Your My Eyes (Discosong).
Wilco - The Album
Após o escapista e irretocável Sky Blue Sky, o Wilco está de volta com um disco pé no chão, que agrega as várias fases da banda. Wilco (The Song), Bull Black Nova e You Never Know atribuem a pegada rock´n roll ao disco. I´ll Fight, You and I e Cowntry Disappeared possuem tons mais intimistas e folk, e completam o retrato dessa banda de alt-rock ideal tanto para o campo quanto para as metropóles.
Leonard Cohen - Live in London
Aos 74 anos e 15 após a sua apresentação em Londres, o músico canadense volta a cidade e faz em disco duplo, ao vivo, o registro definitivo de sua carreira. Destaques para Ain´t No Cure for Love, Everybody Knows, Suzanne, Hallelujah e First We Take Manhattan.
Police Slog Through 40,000 Insipid Party Pics To Find Cause Of Dorm Fire
Galerinha americana decidiu fazer uma festa no ap esquema Latino, com direito a "bunda lê lê, põe o dedo ae, vô filma você!". Mas, acontece que durante a farra, o carpete pegou fogo. A polícia americana (que é muito pra frente), a fim de descobrir as causas do incêndio, decidiu recolher os gadgets dos libertinos. Foram aprendidos 25 iPhones, 15 Blackberries, 10 câmeras de vídeos e 40 câmeras digitais. O veredito é esse acima. Hilário!
via Pix.

Iggy Pop - Préliminaries
Alardeado online a toque de caixa antes de ser lançado, Préliminaries
(Preliminares, em francês) mostra uma nova faceta de Iggy Pop. Aos 62 anos, o iguana emula Serge Gainbourg na faixa de abertura, Les Feuilles Mortes, faz uma versão de Insensatez, de João Gilberto, em How Insensitive, e abusa dos sintetizadores e batidas eletrônicas em Party Time. Já Je Sais Que Tu Sais, Nice to Be Dead e A Machine for Love possuem pegadas que vão do rock ao blues. Como se vê, não se trata de um disco de jazz, mas de um amontoado de influências do cantor. Bom, pois se tratando de Mr. Ostemberg até se ele peidar um reggae vai se mostrar interessante e desafiador.
Quanta sinceridade e determinação para uma música só! Linda!
Jonathan Richman - I´m Straight
I called this number three times already today
But I, I got scared, I put
It back in place, I put my phone back in place
I still don't know if I
should have called up
Look, just tell me why don't ya if I'm out of place
'Cause here's your chance to make me feel awkward
And wish that I had
never even called up this place.
I saw you though today walk by with hippie Johnny
I had to call up and say how I want to take his place
So this phone call today conerns hippie Johnny
He's always stoned, he's never straight
I saw you today, you know, walk by with hippie Johnny
Look, I had to call up and say, I want to take his place
See he's stoned, hippie Johnny
Now get this, I'm straight and I want to take his place
Now look, I like him too, I like hippie Johnny
But I'm straight
and I want to take his place
I said, I'm straight
I said, I'm straight
I'm proud to say
Well I'm straight and I want to take his place
Now I've watched you walk around here
I've watched you meet these
boyfriends, I know, and you tell me how they're deep
Look but, if these guys, if they're really so great,
tell me, why can't they at least take this place
and take it straight? Why always stoned,
like hippie Johnny is?
I'm straight and I want to take his place
Oh I'm certainly not stoned, like hippie Johnny is
I'm straight and I want to take his place.
I said, I'm straight
I said, I'm straight
I'm
I'm straight and I want to take his place
All right you Modern Lovers what do you say?
(I'm straight!)
Tell the world now
(I'm straight!)
I said
(I'm straight!)
Yeah I'm straight and I want to take his place.
Sintam só o peso da coisa. É a banda de rock setentista mais consistente do Brasil. Em setembro, os caras embarcam em uma turnê internacional que deve passar pela Alemanhã, Holanda, Suiça e Sérvia. Se tocarem lá no CB, derrubam a casa. São mais apropriados pro Manifesto.

Formado por soldados americanos que estavam em uma base militar na Alemanha, em 1964, o quinteto fez um garage rock divertido com guitarras agressivas e teclados melódicos, na mesma linha do Question Mark & The Misterians.
Em 1966, eles lançaram o genial Blank Monk Time, que trazia pérolas como Shut Up (um hino contra a Guerra do Vietnã), Boys Are Boys and Girls Are Choice, Cuckoo e I Can´t Get Over You. O som era tão visceral que incluía até um banjo. No ano seguinte, os desentendimentos começaram e a banda se separou.
Os shows rendiam boas confusões.
O intervalo durou mais de 30 anos e, em 1999, eles se reuniram e lançaram o CD/DVD Let's Start a Beat: Live from Cavestomp!, gravado ao vivo no festival de Cavestomp, em Nova York.
Costumavam raspar o meio de suas cabeças como forma de protesto e identificação estética. Influenciaram grupos como o Stooges, Devo e o B-52.
Em 2006, o vocalista Gary Burger se tornou prefeito de Turtle River, em Minnesota. No ano passado, o Dave Day (responsável pelo banjo e pelos vocais) morreu de ataque cardíaco. Para saber mais, procure pelo documentário Monks: The Transatlantic Feedback. Os Monks são incendiários!
Três caipiras acompanhados por um trator. Genial!
A versão do Wilco para as segundas-feiras. É o Wilco!
E o hino do New Order para o sábado a noite que reverbera até o primeiro dia de trabalho da semana. Saca só o shortinho do Bernard Summer!
O vídeo faz parte de uma campanha que a banda fez em apoio ao desabrigados ingleses e incluiu também um show secreto. Se a moda pega por aqui, seria preciso surgir mais bandas para compensar o número de pedintes espalhados pelas ruas.
Dica do Tosetto.

Como ter um filho e conseguir deixá-lo brincar com o tubo de shampoo vazio durante o banho sem se sentir culpado pela água despediçada?
Jesus!
Como?
O caderno de Informática da Folha de S.Paulo de hoje traz uma matéria sobre o Twitter. Além de falar sobre os famosos no site, do seu crescimento, perfis falso etc., o suplemento abordou o curto período que os usuários permanecem fiéis ao serviço antes de abandoná-lo. Bem legal!
Há uma semana, eu dei uma matéria sobre o Twitter no Agora. A reportagem segue a mesma linha, com as devidas limitações de espaço. Seguem abaixo as páginas.

Anteriormente, o site já havia sido capa do caderno Link, do Estado de S.Paulo, e da revista Época.
Special thanks to Marimoon e Danilo Gentili por participarem da reportagem!


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Não vá perder a conta. Todos pipocaram na rede nas últimas semanas.
Quer um de lambuja?
Vai lá: Datarock - Red
Melhor capa:
Bob Dylan - Together Through Life
O melhor deles:
Sonic Youth - The Eternal
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